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:: 27.11.03 ::
Conforme uma língua se desenvolve, ela vai sendo contaminada pela ideologia (de um povo, de uma época e até de épocas sucessivas). Com o passar do tempo, podem surgir alterações curiosíssimas no sentido de um vocábulo, como é o caso da palavra "escola", que vem do grego antigo skhole, lazer! Ou defenestrar, que literalmente quer dizer "atirar pela janela".
No caso das línguas literárias, evidentemente, a ideologia do autor --ou a que ele quis atribuir ao povo que usa o idioma, o que pode dar quase na mesma-- é ainda mais patente. Não é à toa, portanto, que no meu andrish as palavras de sentido político são tão cuidadas. As próprias etimologias são pensadas, digamos, flokarh = flon+karhe, "povo livre" = guilda ou comunidade livre. Ou a que o Pedro me sugeriu outro dia para conselho, que ficou takpa = taik+pa, "liderança dos amigos", no sentido mesmo de pessoas que se entendem, ou mesmo "liderança fraternal". A etimologia de "takpa" foi inspirado no da palavra comitê, que vem de "comites", amigos.
Isso posto, achei que seria legal comentar a diferença no andrish entre os termos políticos maka (literalmente, "maior" ou "superior"), pa'et (líder ou representante) e pakarh (governante, político). Concluí que, sem uma explicação, é fácil confundir o conceito de maka com o de pa'et, o de pa'et com o de pakarh. As diferenças não são só de terminologia, mas de visões diversas de liderança.
Maka é mais usado em religião, (na expressão maka-shaiz, sacerdote supremo de um deus, povo ou corrente religiosa), ou em povos mais hierarquizados, que têm uma pessoa de mais status e poder que os demais. Um azl (rei) dos silkis, por exemplo, é um maka hereditário, e o próprio termo já dispõe a respeito dos poderes dos maka-rhekas (chefes de clã) dos terlizes, que são escolhidos por sua posição no complexo sistema de status social deste povo. Outro povo em que o termo aparece às vezes para designar um líder é entre os ghi'al, que têm uma grande diversidade de sistemas de governo, da teocracia semi-absolutista da capital Malka à autogestão.
Pa'et é o nome dado a uma grande variedade de cargos e funções de liderança ou representativos, geralmente eletivos, presentes nos mais diversos povos. O shaiz (sacerdote) de um menikau (cidade) sukak não é, em política, um maka, mas um pa'et, um representante escolhido por critérios como idade, sabedoria e dons com a função de coordenar a assembléia dos adultos (as funções religiosas já são outra coisa). Pa'et também são as únicas lideranças dos heaklas e sheitzis, cujos sistemas políticos são baseados em agrupamentos independentes (flokarh, profissional, e kami, familiar, respectivamente), que costumam escolher um líder, habitualmente por sua competência, com objetivo exclusivo de organização. O nome também é usado para os representantes de cada povo junto ao Takpa (Conselho), escolhidos para ser a voz de sua gente nessa instância decisória comum dos povos sagrados. A diferença fundamental é que um pa'et é visto apenas como um representante e um líder, não um chefe, e praticamente não tem poderes a não ser de coordenação e, eventualmente, de emergência.
Pakarh, por sua vez, é um nome mais genérico, que indica os chefes (individuais ou coletivos) dos governos organizados, burocratizados, que os andrish chamam "kapa" (de kau+pa, "líder de todos"). Os kapas aparecem nos kapa-menikaus dos ghi'al e dos silkis; os outros povos têm governos menos organizados. Não são apenas coordenadores e representantes, como os pa'ets, nem têm o poder concedido de maneira "natural" e concentrado, como os makas (embora alguns pakarhs sejam makas e vice-versa). É o que mais se parece com os líderes de um governo republicano moderno; em muitos casos a atuação seja coletiva em alguma forma (seja com um governo em conselho, seja com algo parecido com um parlamentarismo), especialmente entre os ghi'als, enquanto os silkis adotam mais a forma centralizada, algo semelhante a um presidencialismo.
:: Tovah ::
# 14:38 Dizaê!
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:: 26.11.03 ::
Daksi, prelúdio, capítulo --ow, agora complicou!! Este é lá pra frente, pelo meu roteiro seria capítulo 16.
Don Vari conversa com Mishe Palaki, Kaylan Heidl e Nalk al-Bakfai.
"De repente Don sentiu um toque em seu ombro.
--Um heakla, um terlize, uma sukak e um ghi’al. Não vão começar o Conselho sem um sheitzi.
--Olá, Valea Naradit! –sorriu Mishe, cumprimentando-a com um roçar de lábios, à maneira dos heaklas.– Junte-se a nós, então, e vamos conspirar. Opa, estamos em território silki, quer que eu saia da mesa?
--Não, não, pode ficar, ninguém liga para o que esses supersticiosos pensam sobre os heaklas, mesmo –riu de volta a sheitzi, tomando uma cadeira. Puxou os cabelos quase incolores para trás, mostrando o pescoço alvíssimo. –Mas que calor faz nessa terra!
--Estou morrendo de frio –retrucou Nalk, mostrando o casaco de pêlo que vestia.
--Eu também –disse Mishe.– Sempre passo mal em Ori’an.
--Mas também... pudera! O que você faz com uniforme até esta hora? Os três! Onde andaram que não trocaram de roupa? Ah... Mishe! –Valea pôs as mãos sobre a boca. – Todo mundo viu você sair atrás de Elak Prashi! Não me diga...
--Não quero falar sobre isso –Mishe parou de sorrir.
--Não acredito, vai me matar de curiosidade? Mas você, hem! Agora vou ser obrigada a concordar quando dizem que é o homem mais sedutor de toda Andrameni. Imagine, a rainha e um heakla! É a fofoca do ano, não posso perder isso. Ninguém mais vai saber, promessa de sheitzi –beijou as costas da mão.
--De sheitzi!? –o heakla soltou uma risada, enquanto Valea recostava-se na cadeira, saboreando o sucesso de sua blague. Don pensou que ela podia ser uma das mulheres mais feias que conhecera, mas tinha tanto charme.
--Ninguém vai saber... a não ser... alguém ali. –Ela sorriu e fez um gesto vago na direção de um grupo de diplomatas silkis do outro lado do salão.– Ah, só porque os sheitzis não sabem guardar segredo? Que preconceito.
Virou-se para Don:
--Aprenda com sua amiga aqui: nunca confie no amor de um heakla, na profecia de um silki e na amizade de um sheitzi. Aliás, o que você e Kaylan estão fazendo de uniforme também? Não me diga que... os três!?
Deu uma gargalhada e piscou para Mishe, que ficou vermelho, mas não perdeu a pose:
--Não sei por quem você me toma, Valea, mas eu não tenho nada a ver com isso. Pergunte para Kaylan, que é terlize.
--Ah, seu estraga-prazeres. Terlizes não mentem nunca. Assim não tem graça. –debruçou-se sobre a mesa e tomou a mão de Mishe.– É bom ver você de novo, devasso.
--Também é bom ver você, vagabunda. Vou precisar de colo. Mas não agora."
:: Tovah ::
# 13:05 Dizaê!
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:: 25.11.03 ::
Daksi, prelúdio, capítulo 1 - uma das quatro páginas já escritas. O taian (gêmeo).
"Então Nekt Vamin mandara chamá-los à grande sala de audiências e mesmo antes que se aproximassem apontara para ele:
—O do olho azul. É este. O taian volta.
E Delok estacara, estupefato, enquanto alguns sacerdotes do séquito do maka-shaiz indicavam-lhe polidamente o caminho da porta, e outros tentavam atrair seu irmão, seu taian, para os pés de Nekt. Don olhava incrédulo para um e para outro, apontando o gêmeo, sua metade, parte de si, sob os olhos quase transparentes do líder ghi’al:
—É um engano... é meu irmão gêmeo... não posso ficar aqui sem ele. Não posso ir a parte alguma sem ele!
Nekt deu um sorriso amistoso e estendeu as mãos de velho para ele:
—Não se preocupe, vai ficar tudo bem com você e com ele. Você não vai ficar sem taian. Venha, sente-se aqui perto de mim que eu quero contar um segredo. Venha, não tenha medo. Você é um menino especial, sente-se perto de mim. Isso, venha comigo.
Quase sem perceber, Don tomou aquela mão morena surpreendentemente firme e viu-se sentado aos pés da cadeira do maka-shaiz. Quando olhou para trás, não havia mais sinal de Delok.
—Não precisa se preocupar, Don Vari de Aduen. Você vai encontrar o seu taian.
Don ergueu os olhos para o rosto enrugado de Nekt, um rosto da idade do tempo, e murmurou:
—Vou encontrar Delok? Ele vai junto? Mas... como? Para onde ele foi? Eu nunca fiquei longe do meu irmão... —parou ao ouvir a risada do velho.
—Não estou falando de seu irmão, Don Vari de Aduen. Taian são pessoas especiais. Têm um destino. Todo taian tem um destino especial. Mas nem sempre juntos. Não é porque vocês nasceram ao mesmo tempo que são taian... aqui —apontou a cabeça e o peito. — Eu preciso de você porque eu vi o seu destino em Gabra. Em Gabra e Mau’r, em Berika e Ori’an..."
:: Tovah ::
# 17:33 Dizaê!
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Da próxima vez que o pediatra mandar dar um fim no gato porque pode provocar alergia em seu filho, diga para ele se atualizar e ler mais trabalhos científicos. Já não é a primeira pesquisa comprovando que crianças que têm contato com cães e gatos desde bebês desenvolvem menos alergias que aquelas que são "poupadas. Realizada na Alemanha com mais de 8.000 crianças, uma pesquisa mostrou risco até dois terços menor de desenvolver asma para crianças que tiveram contato com gatos dentro de seus quartos no primeiro ano de vida! Impressive.
Achei esta notícia de 2001 que diz a mesma coisa, mas posteriormente houve resultados conflitantes. A pesquisa alemã parece ser mais completa e definitiva.
:: Tovah ::
# 11:37 Dizaê!
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:: 24.11.03 ::
Criei um teste para saber de qual povo você é. Tem umas perguntas meio tortas ainda, preciso dar uma arrumada, mas já andei testando (testar o teste? arrrrgh). Segundo o resultado, sou heakla --o belo povo dourado, dos artistas, poetas e incorrigíveis apaixonados. Desde que criei esse universo, eu achava que era terlize, o povo da natureza...
Um amigo deu mestiço de silki e sukak --sukak, o velho povo, arraigados às tradições e ao mesmo tempo inimigos de qualquer centralização política ou hierarquia, as eminências pardas do daksi, e silki, o povo negro, os burocratas por natureza, os que amam o poder a todo custo, o povo da Rainha, enfim, os vilões da história :-) Vai entender...
Meu digníssimo, em compensação, deu labu: humano!! Que falta de imaginação :-P
:: Tovah ::
# 23:27 Dizaê!
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:: 21.11.03 ::
Estudo para Daksi - prelúdio, capítulo 2.
"No segundo dia virou para ele e perguntou:
--Qual dos outros povos você acha mais bonito?
Don não precisou pensar muito para responder:
--Terlize.
--Terlize? Interessante. Não heakla, terlize? Tem certeza?
--Tenho, não acho os heaklas tão bonitos como dizem.
Nekt deu uma de suas risadas e arregalou os olhos:
--É porque você nunca viu um de perto. Eles são perfeitos. Simplesmente perfeitos. A pele é como ouro, não morena como a sua, não clara como a dos terlizes, mas como ouro, da cor dos cabelos, e perfeita. Você tem esses sinais no rosto, eu tenho aqui no braço, mas eles não, nem uma mancha sequer! Nenhum deles, nem uma só. E quando eles querem, você enlouquece. É irresistível. Você vai saber quando encontrar um. Havia um deles... Ele deve ir a Gabra, Mishe Palaki. É uma beleza notável. Não o vejo há 20 anos, não tudo isso, talvez 15... muito tempo, de qualquer jeito. É um homem brilhante, culto, mas uma beleza notável. Foi muito famoso quando era jovem, as pessoas enlouqueciam com a beleza dele. Não sei como está hoje, mas era extraordinário. Você gosta de homens? Digo, sente atração por homens? Ou mulheres?
--Não, só mulheres! Que pergunta!
--É, é, desculpe, foi inconveniente. É, eu também só sentia atração por mulheres, aí Mishe chegou para estudar em Malka. Eu era líder de uma casa sagrada. Ele tinha 28 anos. Quarenta a menos que eu. --O olhar de Nekt perdeu-se.-- Se eu não fosse já um velho, velho demais para essas coisas... Mas quem era jovem perdeu a cabeça. Homens e mulheres, todos, mais de trinta pessoas numa casa sagrada, todos doentes de paixão. Ele era uma beleza notável. Pobre Mishe! Cada dia era uma coisa diferente. Ele teve um e outro amor, todos de pouco tempo, e então se apaixonou. Por um rapaz, Edei. Olhos azuis, cabelos curtos, pele morena. Até se parecia com você. Tinha uma linda voz e contava histórias como ninguém, seria um estupendo bardo-sacerdote. Mas não aguentou ter aquela beleza que todos queriam. Um dia, enlouqueceu. Isso acontece de vez em quando com os nossos. Estava admirando a beleza do amante enquanto ele dormia, e de tanto olhar enlouqueceu. E tentou matá-lo. Os nossos não fazem isso, ainda mais um sacerdote. Mas ele esfaqueou Mishe duas vezes. Depois pediu socorro e se entregou. Edei Mait. Seria um ótimo sacerdote."
:: Tovah ::
# 17:23 Dizaê!
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O pessoal da safra 1999 provavelmente vai gostar de saber que eu e meu digníssimo completamos quatro anos juntos ontem, dia 20 de novembro de 2003. Fabio, Fernando, Waldir, Pedro, Rick, Vera, pessoal que apostou na gente desde sempre, vocês ganharam ;-) Só não venham perguntar quando é que vão ganhar um afilhado...
:: Tovah ::
# 14:51 Dizaê!
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Tinha um erro grotesco de concordância na primeira linha do post anterior. Odeio isso, blargh!! É praga de quem odeia copidesque :-P
:: Tovah ::
# 08:43 Dizaê!
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:: 20.11.03 ::
Há músicas que são tremendamente inspiradoras. Quando estou com sensibilidade pra isso, meu estado de espírito muda muito de acordo com o que estou ouvindo. No "estado mental de processo criativo" atual, estou ouvindo Passages, um magnífico trabalho conjunto do músico minimalista Philip Glass e do sitarista Ravi Shankar. As melodias, especialmente as faixas três (Channels and Winds) e cinco (Meetings along the Edge), me deixam profundamente inspirada, com vontade de escrever, realizar, criar. Não é muito fácil de encontrar, mas é um dos CDs que recomendo!!
:: Tovah ::
# 18:05 Dizaê!
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A propósito, deaki labu-ei (caros terráqueos), okhol (professora) Tovah está aceitando alunos da língua andrish, incluindo colaboradores que queiram dar seu palpite no desenvolvimento e até sugestões para o vocabulário. Também são bem-vindas idéias para o RPG. Entrem em contato pelo e-mala que está em algum lugar aí da página.
:: Tovah ::
# 14:48 Dizaê!
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Fernando, andei olhando teu blog! Acho que também estou precisando de um blog literário para "testar" algumas coisas. Há dois dias estou escrevendo (estava, terminei há poucas horas) um roteiro inteiro (15 páginas de caderno tamanho anotação) para o prólogo literário de Daksi. É um projeto, uma história de ficção científica, um universo inteiro, que comecei a criar quando tinha 15 ou 16 anos, e que esperançosamente vai dar um cenário de RPG até o ano que vem.
Surgiu como um argumento de filme para um personagem ator, das centenas que eu criava sem escrever história nenhuma (mas acabei aproveitando esse no conto "Antes do Jantar"). A história é passada na galáxia Andrameni, onde um grupo de jovens dos "povos sagrados" lidera uma revolta contra o governo do povo silki, que liderou toda a galáxia por "mil gerações" (a concepção das "mil gerações", que é um conceito da cosmogonia andrish, veio bem mais tarde, há uns quatro anos) e se tornou autoritário. O primeiro nome andrish que criei foi o de Don Vari, um dos principais líderes da revolta "daksi" (o outro é Kaylan Heidl, nome que criei depois, mas está entre os mais antigos, junto com o da rainha Laner Leishi e os dos deuses). Depois vieram as primeiras palavras da língua, "al shaki deaki fax Ghyla" (o belo filho sagrado de [o deus] Ghyla), e em seguida o alfabeto de 103 letras. Então vieram os povos, o conceito de "shaki karhe" (povos sagrados), rudimentos da religião --incluindo o nome Ur para a cosmogonia-- com a idéia dos três deuses e mais alguns personagens --os últimos que criei nessa fase foram os sacerdotes rivais Fion (hoje Deon) Thamey e Glar Badrui.
Quando interrompi a criação (depois de 1991 só acrescentei palavras novas --a última antes da retomada foi "rokau", guerreiro), tinha só os nomes e as características físicas dos seis povos, cerca de 50 palavras, uma idéia vaga de como seria a religião e menos de 10 personagens. Há uns quatro anos retomei primeiro a língua, depois comecei a escrever o Ur. Hoje a "labuk al faitz andrish" (gramática da língua andrish) inclui das preposições e regras gramaticais, que eu tinha apenas esboçado, à parte mais difícil (para mim), que é a conjugação verbal. Só de radicais ou sufixos são 36; o número de palavras está em pouco menos de 200. Os povos ganharam características, peculiaridades, virtudes e defeitos, profissões preferidas e proibidas, rituais religiosos e até códigos de honra e estão delineados o suficiente para servirem ao RPG. O Ur está meio escrito e ganhou um narrador (Nekt Vamin).
Agora dei para escrever um "prelúdio narrativo", contando como o daksi surgiu, sete anos antes de onde a história se localizaria. Nessa brincadeira, que vem durando desde o fim de semana, já criei mais uma porção de personagens (entre eles o mítico líder heakla Mishe Palaki, que já ganhou status de favorito, e meus primeiros sukaks --Mej e Fhinakl "Nalk" Ghe'ler-ka, bisavô e bisneta -- e a primeira sheitzi, a fantástica Valea Naradit), instituições que faziam falta à narrativa (como o Conselho --preciso de um nome em andrish-- do shaki karhe) e um bocado de conflitos.
O mais curioso deles é que, no desenvolvimento da história de Mishe e a rainha Elak, acabei jogando a jovem rainha Laner nos braços do futuro rebelde Don. Pensei "isso não tá certo, sua cabeça tá te enganando", aí fui olhar as anotações antigas e adivinha... estava lá a história entre eles. Enfim, é como disse Jorge Amado para Zélia Gattai certa vez em que ela queixou-se que seus personagens estavam assumindo um rumo que ela não queria: "Mas pára de se meter na vida dos outros!". Personagens têm vida própria ;-)
:: Tovah ::
# 14:13 Dizaê!
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Isto quer dizer: Tovah mais ou menos de volta à ativa. Knock, knock!
:: Tovah ::
# 13:57 Dizaê!
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:: 14.11.03 ::
ágora
época
íntimo
ósculo
úvula
Yuhuuuu!! Funciona!!!!! Depois de um longo e tenebroso inverno, os acentos deste blog desistiram de ser interrogações, graças ao Mau. Valeu, irmãozinho! Arruma um blog que eu posto aqui :-P
:: Tovah ::
# 17:42 Dizaê!
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